20 Nov 2008 - 16:23:58
Capítulo Um - The Girls
Como tudo na vida, começamos a conversar e nos entendemos através de diversas afinidades (não por completo, mas pelo menos algumas). Acabei de fazer seis meses de empresa, a Vitória e a Marcela estão há nove meses (daqui a pouco nasce delas o filho da ENAST) e a Cintia já tem alguns anos na companhia (digamos que quase ajudou a fundar a firma). Todas solteiras ... por opção própria. Sozinhas? Nunca!
A Vitória é a típica "desencanada". Não encontramos tantas dela por aí, não. Pelo contrário, normalmente as mulheres com mais de vinte e nove estão desesperadas choramingando pelos cantos por não ter conseguido agarrar o homem de suas vidas e achando que vão "ficar pra titia" (analogia mais sem sentido, mas não vem ao caso no momento). Esta mocinha é loira e, de nós quatro, é a que mais sai para caçar uns caras gostosos na faixa dos 25 anos. Nem multimilionário nem miserável (tendo um emprego, uma casa e um carro já está de bom tamanho). Curte raves e algumas baladas mais "badaladas" (com gente bonita em peso) e um wisky (pinga ela adora também, mas deixa registrado wisky porque pinga lembra algum pobre caindo de bêbado). Mas ultimamente ela está caindo na onda dos "pagodinhos" e das micaretas. Bom, acontece nas melhores famílias. E para fechar a apresentação ela é do estilo mal humorada ... mas que adora ser assim. A verdade é que no fundo (mas bem no fundo do profundo do fundão) ela é um amor, mas vai tentar convencê-la disso.
A Marcela é mais do tipo "encanada". E esse sim é o problema. Sabe aquelas criaturas que acham que tem algum problema com elas? Acertamos em cheio. Pois bem, ela pensa que é assim, mas não tem nenhum problema com ela (te desejo “boa sorte” para tentar fazê-la pensar o contrário). É extremamente trabalhadora e decidida em questões profissionais, mas em questão de relacionamento um empurraozinho ia bem em alguns momentos. Mesmo assim, como o restante do grupo está solteira, mas não sozinha. Ela sim curte mais "pagodinho", "sambinha" e conversar por horas (seja com amigos ou com os gostosos estilo os da Vitória) em um barzinho com porções e cerveja a disposição. Tem uns parafusos faltando e outros sobrando e é uma das mulheres mais "diretas" que eu conheço. Falando sério, ser direta é com ela mesma. As frases do tipo: "eu vou, hein?!" ou "Ah, se esse peixe caísse na minha rede ..." sem dúvida foram tiradas do cérebro dela. Fora que apalpar traseiros masculinos tem que ser incluso nesta descrição. É como se fosse um dos hobbies dela. Parece bem interessante, mas eu já avisei que um dia os machos cansam e vão apertar o dela também, mas vê se ela me escuta. Até parece! É mais fácil ensinar a tabuada do 8 para um gato do que convencê-la de alguma coisa.
Ok, a Cintia. Pensa naquelas mulheres que estão no meio termo entre sim ou não, um moreno ou um loiro, vamos sair ou não, blusa aberta ou blusa fechada, um estacionamento na esquerda e um na direita, começar hoje ou amanhã, enfim, entre muitas coisas iguais e diferentes. Pensou? Então você com certeza pensou na Cintia. Ela é "só um pouquinho" indecisa, mas bastante decidida. Entendeu? É, nem a gente. Mas o importante é que ela gosta é dos morenos, altos, fortes, gostosos, super legais e ... engenheiros. Fácil de achar, né?! Olha, se por acaso tivéssemos um ano inteiro de folga para procurar um cara maravilhoso desses, provavelmente seria tempo perdido, porque (nesta cidade) estes modelos ou são comprometidos ou são gays. Ela também vive numa caça intensa e constante (estilo a Vitória), mas nada desesperador e, como é um pouco exigente, acaba não "pegando" os que não fazem seu tipo se ela não estiver com "álcool no sangue". Bom, como ela está um ano sem beber qualquer tipo de álcool (promessa, sabe) está difícil querer os que não se enquadram no seu perfil de "caras básicos" (caras básicos = aqueles com as poucas características ditas acima). Apropósito, como ela não bebe (por enquanto), adivinha quem vai e volta dirigindo quando saímos para o “happy hour”.
Não vou falar muito de mim, mas o importante é que eu estou no meio dessa bagunça organizada e a minha praia é sair para discutir diversos assuntos (principalmente relacionamentos possíveis e impossíveis) com as meninas. Mas os meninos têm sempre que estar junto, pelo menos um, pois não dá para falar do sexo masculino e conversar sobre as possibilidades de ambos sem as duas partes para atacar e se defender. Raciocina comigo ... este método de descobertas é perfeito!
A Vitória é a típica "desencanada". Não encontramos tantas dela por aí, não. Pelo contrário, normalmente as mulheres com mais de vinte e nove estão desesperadas choramingando pelos cantos por não ter conseguido agarrar o homem de suas vidas e achando que vão "ficar pra titia" (analogia mais sem sentido, mas não vem ao caso no momento). Esta mocinha é loira e, de nós quatro, é a que mais sai para caçar uns caras gostosos na faixa dos 25 anos. Nem multimilionário nem miserável (tendo um emprego, uma casa e um carro já está de bom tamanho). Curte raves e algumas baladas mais "badaladas" (com gente bonita em peso) e um wisky (pinga ela adora também, mas deixa registrado wisky porque pinga lembra algum pobre caindo de bêbado). Mas ultimamente ela está caindo na onda dos "pagodinhos" e das micaretas. Bom, acontece nas melhores famílias. E para fechar a apresentação ela é do estilo mal humorada ... mas que adora ser assim. A verdade é que no fundo (mas bem no fundo do profundo do fundão) ela é um amor, mas vai tentar convencê-la disso.
A Marcela é mais do tipo "encanada". E esse sim é o problema. Sabe aquelas criaturas que acham que tem algum problema com elas? Acertamos em cheio. Pois bem, ela pensa que é assim, mas não tem nenhum problema com ela (te desejo “boa sorte” para tentar fazê-la pensar o contrário). É extremamente trabalhadora e decidida em questões profissionais, mas em questão de relacionamento um empurraozinho ia bem em alguns momentos. Mesmo assim, como o restante do grupo está solteira, mas não sozinha. Ela sim curte mais "pagodinho", "sambinha" e conversar por horas (seja com amigos ou com os gostosos estilo os da Vitória) em um barzinho com porções e cerveja a disposição. Tem uns parafusos faltando e outros sobrando e é uma das mulheres mais "diretas" que eu conheço. Falando sério, ser direta é com ela mesma. As frases do tipo: "eu vou, hein?!" ou "Ah, se esse peixe caísse na minha rede ..." sem dúvida foram tiradas do cérebro dela. Fora que apalpar traseiros masculinos tem que ser incluso nesta descrição. É como se fosse um dos hobbies dela. Parece bem interessante, mas eu já avisei que um dia os machos cansam e vão apertar o dela também, mas vê se ela me escuta. Até parece! É mais fácil ensinar a tabuada do 8 para um gato do que convencê-la de alguma coisa.
Ok, a Cintia. Pensa naquelas mulheres que estão no meio termo entre sim ou não, um moreno ou um loiro, vamos sair ou não, blusa aberta ou blusa fechada, um estacionamento na esquerda e um na direita, começar hoje ou amanhã, enfim, entre muitas coisas iguais e diferentes. Pensou? Então você com certeza pensou na Cintia. Ela é "só um pouquinho" indecisa, mas bastante decidida. Entendeu? É, nem a gente. Mas o importante é que ela gosta é dos morenos, altos, fortes, gostosos, super legais e ... engenheiros. Fácil de achar, né?! Olha, se por acaso tivéssemos um ano inteiro de folga para procurar um cara maravilhoso desses, provavelmente seria tempo perdido, porque (nesta cidade) estes modelos ou são comprometidos ou são gays. Ela também vive numa caça intensa e constante (estilo a Vitória), mas nada desesperador e, como é um pouco exigente, acaba não "pegando" os que não fazem seu tipo se ela não estiver com "álcool no sangue". Bom, como ela está um ano sem beber qualquer tipo de álcool (promessa, sabe) está difícil querer os que não se enquadram no seu perfil de "caras básicos" (caras básicos = aqueles com as poucas características ditas acima). Apropósito, como ela não bebe (por enquanto), adivinha quem vai e volta dirigindo quando saímos para o “happy hour”.
Não vou falar muito de mim, mas o importante é que eu estou no meio dessa bagunça organizada e a minha praia é sair para discutir diversos assuntos (principalmente relacionamentos possíveis e impossíveis) com as meninas. Mas os meninos têm sempre que estar junto, pelo menos um, pois não dá para falar do sexo masculino e conversar sobre as possibilidades de ambos sem as duas partes para atacar e se defender. Raciocina comigo ... este método de descobertas é perfeito!
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